A 21 de Abril de 1856, na sequência de negociações com comerciantes e empreiteiros de construção, e com a aprovação do governo colonial, foi instituído um dia de oito horas de trabalho no sector da construção civil, em Melbourne.
O movimento foi liderado pelos pedreiros que argumentavam que oito horas de trabalho por dia era o apropriado, dado o calor da Austrália, além de lhes dar tempo para melhorar a sua "condição social e moral".
Empregadores com grandes contratos para edifícios públicos resistiram ao acordo, mas os pedreiros organizaram uma marcha de protesto juntando outros trabalhadores da construção civil pelo caminho, ao fim de 15 dias os empreiteiros tinham cedido à jornada de trabalho de 8 horas sem perda de remuneração ou de outras condições.
Os trabalhadores da construção tinham alcançado uma vitória sem precedentes, generalizada e sustentável!
A sua conquista estabeleceu um padrão nacional e internacional a que todos os trabalhadores do mundo passaram a aspirar e valeu à Austrália a designação de paraíso operário.No entanto de início apenas uma minoria de trabalhadores conseguiu um dia de trabalho de 8 horas, a maioria incluindo mulheres e crianças trabalhava mais horas por menos dinheiro. Era comum uma jornada de trabalho de 12 a 16 horas por dia.
Saiba mais em: http://en.wikipedia.org/wiki/Eight-hour_day

Parece um combate distante algo que há muito já foi adquirido e não se põe em causa.
ResponderEliminarMas a notícia publicada na página do “Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo”, parece muito semelhante ao que se passava na Austrália em 1856!
«« Mulheres trabalham mais e ganham menos no Brasil - Salário é menor do que o dos homens em todos os níveis de escolaridade »»
Atente-se na data de publicação: «Redação, com informações da Agência Brasil - 08/03/2010»
Podemos ler a notícia na integra em: http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=13835